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quinta-feira, 25 de junho de 2009

A Nova Era e seus efeitos no Cristianismo Contemporâneo.



A nova era é uma coalizão ampla de grupos entrelaçados que trabalham unidos visando unidade mundial baseada em experiências religiosas e em crenças que tem suas raízes no misticismo oriental.

Através desta grande ilusão o mundo será varrido nos últimos dias e fará com que a humanidade adore ao anticristo.

Sabemos através das escrituras que muitos que se autodenominam cristãos sucumbirão a este engano e que uma grande apostasia acontecerá no antes da volta de Jesus cristo.

O movimento da nova era envolve coisas que estão firmemente entrincheiradas dentro da igreja, tais como psicoterapia, visualização, meditação, confissão positiva, pensamento positivo ou da possibilidade, hipnose, medicina holística, e todo um espectro de técnicas de auto melhoramento e de motivação e sucesso.

Hoje, criticar qualquer dessas metodologias supostamente cientificas significa ofender um número vasto de crentes, inclusive muitos lideres eclesiásticos que, embora sinceramente, erroneamente praticam e promovem essas técnicas.

Entretanto, é necessário estabelecer e definir padrões doutrinários consonantes com a palavra de Deus. Muitas técnicas são utilizadas e vistas como manifestação do Espírito Santo, fogo do alto. Os propagadores de tais idéias alardeiam que tudo isso se trata de um avivamento, porém se virmos sobre a perspectiva bíblica, veremos que não há justificativa para tais técnicas.

O que quero dizer é que ensinamentos da nova era tais como psicoterapia, visualização, meditação, meditação, confissão positiva, pensamento positivo, hipnose, entre outros, são vistos por muitos crentes nominais como um grande avivamento, porem tratam-se de falso fogo, de bruxaria disfarçada!

O aprofundamento bíblico dá lugar a experiências pessoais, a novas visões para definição doutrinaria em tempos de apostasia. Paulo diz no capitulo quatro em sua primeira carta a Timóteo que o “Espírito alerta que nos últimos tempos alguns apostatarão da Fe por obedecerem a espíritos enganadores e a ensino de demônios”.

No mesmo capitulo Paulo da a receita para escapar dos falsos ensinos: “tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nesses deveres; porque assim salvará tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes”.

Dito isso, aprendemos que através do estudo diligente da palavra de Deus juntamente com a piedade podemos combater as falsas doutrinas que se infiltram na igreja evangélica, evitando que falso fogo seja visto como avivamento, mas como o que realmente é: apostasia.

Jeann Junior.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Essenios

ESSÊNIOS

• Origem

Assim como os fariseus, os essênios também surgiram do movimento opositor da helenização da cultura judaica conhecido como hassidim.

O nome essênio procede de uma palavra hebraica que significa “pio”, “santo”. Embora outros judeus os chamassem por esse nome, é provável que os próprios essênios rejeitassem o rótulo. Não se consideravam especialmente santos ou pios; viam-se porem como depositários de misteriosas verdades que governariam a vida de Israel quando o messias chegasse.

• Destaque na religião judaica

Os essênios formavam uma seita menor, com cerca de quatro mil adeptos. Alguns deles viviam em comunidades monásticas, como a de Qumran, onde foram descobertos os papiros do mar morto.

A admissão requeria um período de prova de dois a três anos, com abandono das prioridades privativas e das riquezas, doadas a um tesouro comum. Os elementos mais estritos se refreavam do casamento.

Chegavam a ultrapassar os fariseus no legalismo. Por essa razão, é duvidoso que tenham contribuído de modo significativo para o soerguimento do cristianismo, conforme tem sido sugerido por alguns escritores modernos. Se Jesus denunciara o legalismo dos fariseus, por certo não teria devido muito aos essênios, que eram ainda mais rígidos. Alem disso, o fato que Jesus misturava-se com os pecadores fazia agudo contraste com a atitude dos essênios, que se retiravam da sociedade.

Os essênios não ofereciam sacrifícios de animais no templo de Jerusalém, pois reputavam o templo poluído por um sacerdócio corrupto. Como símbolo de sua pureza pessoal, eles usavam vestes brancas. Essa seita se considerava o remanescente vivo dos eleitos, nos últimos dias.

Eles esperavam o aparecimento de diversas personagens escatológicas – um grande profeta, um messias político militar e um messias sacerdotal.

Resumindo, o movimento essênio foi uma reação ascética ao formalismo dos fariseus, embora fossem até mais legalistas, e ao mundanismo dos saduceus. Os essênios se separavam da sociedade para viver de modo ascético e celibatário. Ocupavam-se da leitura e do estudo das escrituras e da oração e atentavam para as purificações cerimoniais. Os bens não eram individuais, mas comunitários, e os membros dessas comunidades eram conhecidos por sua dedicação e piedade. Seus princípios condenavam tanto a guerra quanto a escravidão.

Saduceus

SADUCEUS

• Origem

O partido saduceu provavelmente recebeu esse nome ou por causa de Zadoque, sumo-sacerdote nomeado por Salomão (1Rs 2:35), ou por causa do termo saduceu ter o significado original de ‘’membros do concilio supremo’’, reinterpretado pelos saduceus como justos.

Constituíam o partido das famílias dos sumos sacerdotes de Jerusalém, com interesses diretos no sistema dos cultos no templo, e não raro colaboravam com os governantes romanos.

A maioria deles era de homens abastados que ocupavam cargos importantes e cooperavam de bom grado com o helenismo de sua época.

• Destaque na religião judaica

No tempo do Novo Testamento, os saduceus tinham maior influencia política, porque controlavam o sacerdócio e o ritual no templo. As sinagogas, no entanto eram baluarte dos fariseus.

Visto haver sido destruído em 70dC o centro do poder sacerdotal, o templo, juntamente com grande numero dos saduceus propriamente ditos, o partido dos saduceus se desintegrou. Os fariseus, porem, sobreviveram, tendo-se tornado no alicerce do judaísmo ortodoxo de séculos posteriores.

Diferentemente dos fariseus, eles davam importância somente aos cinco primeiros livros do antigo testamento, como únicos plenamente autoritativos, e desprezavam as leis orais dos rabinos não-sacerdotais. Negavam a autoridade da tradição e consideravam suspeita qualquer revelação posterior à lei mosaica.

Embora estritos, em certo sentido os fariseus eram de tendências progressistas; pois continuavam aplicando a lei do antigo testamento a novas e mutáveis circunstancias da vida diária. Todavia, os saduceus, confortavelmente situados na vida como estavam, queriam manter o status quo, e, assim sendo, resistiam a qualquer contemporização com a lei, a fim de que não viessem a perder suas favoráveis posições de abastança e riqueza.

Seus contatos com dominadores estrangeiros tendiam a reduzir sua devoção religiosa, empurrando-os mais na direção da helenização. Os saduceus gostavam de debater questões de teologia e de filosofia. Suas idéias sofisticadas não atraiam as massas, por isso em política tinham que se unir com os fariseus.

No tempo de Cristo, eram os anti-sobrenaturalistas. Não acreditavam na pré-ordenação divina, nem na imortalidade da alma, conforme criam os fariseus. Eles repudiavam também a doutrina da ressurreição e não acreditavam na existência de anjos ou de espíritos (At 23:3).

Opunham-se a cristo com a mesma veemência que os fariseus e foram condenados por ele com igual severidade, embora com menos freqüência (Mt 16:1-2,6).

Jeann Junior.

Fariseus




FARISEUS

• Origem

Os fariseus eram os descendentes espirituais dos judeus piedosos que lutaram contra os helenistas no tempo dos primeiros macabeus. É possível que o nome fariseus, separatistas, lhes tenha sido dado por seus inimigos para indicar que eles eram dissidentes. Também é possível que fosse usado com desprezo devido à rigidez de sua separação dos compatriotas judeus e dos pagãos.

Os fariseus surgiram do antigo partido dos hassidim, que faziam objeção a helenização da cultura judaica. Os fariseus eram mestres da interpretação das tradições orais dos rabis. Quase todos provinham de família de artífices e mercadores da classe media. O apostolo Paulo, por exemplo, era fabricante de tendas.

• Destaque na religião judaica

Os fariseus constituíam a seita mais influente do judaísmo no tempo de Cristo. Eles exerciam poderosa influencia sobre as massas camponesas. Quando o povo judeu enfrentava uma decisão importante, eles se apoiavam na opinião dos fariseus de preferência à do rei ou à do sumo sacerdote. Visto que o povo confiava neles, os fariseus eram escolhidos para os altos postos do governo, incluindo o sinédrio.

Os fariseus compunham também a mais numerosa das seitas religiosas dos judeus, embora o historiador Josefo tenha calculado que apenas 6.000 fariseus viviam na palestina no tempo de Jesus.

Os fariseus ensinavam que os justos viveriam de novo após a morte (At 23:8), ao passo que os maus seriam castigados eternamente. Eram poucos os demais grupos judeus que aceitavam esse ponto de vista. Pelo contrario, a maioria esposava a idéia greco-persa de que a morte separava de modo permanente a alma do corpo.

Esse conflito religioso talvez ajude também a explicar por que as multidões seguiam a Jesus. Ele era um carpinteiro pobre, não obstante ensinava a lei com autoridade (Mt 7:28-29); alem do mais, ensinava que os mortos tornariam a viver (Lc 14:14; Jo 11:25). Os ensinos de Jesus acerca da comida (Mc 7:1-9), do respeito aos mais velhos (Mc 7:10-13), e da guarda do sábado (Mt 12:24-32) concordavam com os dos fariseus. Também, com freqüência Jesus falava de anjos, de demônios e de outros espíritos, como os místicos judeus haviam descrito. Isso atraia o interesse do povo.

Embora fossem doutrinariamente ortodoxos, seu zelo pela lei mosaica os levara a uma observância estrita, porem exterior e degenerada, tanto da lei como de sua interpretação, sendo esta ultima considerada por eles igualmente investida de autoridade. Eles conheciam as escrituras (Mt 23:2), davam o dizimo (Lc 18:9), jejuavam (Mt 9:14) e oravam (Mc 12:40); no entanto, eram hipócritas (Mt 23:15), justos aos seus próprios olhos (Lc 18:9) e se revelaram os mais ferrenhos perseguidores do Senhor (Mt 9:3).

A lealdade à verdade por vezes produz orgulho e até mesmo hipocrisia, e foi justamente essa distorção dos primeiros ideais farisaicos que Jesus condenou. Jesus e os fariseus por repetidas vezes entraram em choque ante o artificialismo de tal legalismo. O judeu comum, entretanto, admirava os fariseus, como perfeitos modelos de virtude. De fato, formavam eles a coluna mestra do judaísmo.

Jeann Junior.